Press Release

RECEITA LÍQUIDA DA SENIOR SOLUTION SOBE 6,6% NO 3º TRIMESTRE

Receitas recorrentes aumentam 17,1% e atingem novo recorde.

DESTAQUES DO 3T18:

  • Receita líquida:R$ 35,7 milhões (+6,6% vs. 3T17);
  • Receita recorrente: recorde de R$ 28,4 milhões (+17,1% vs. 3T17), 79,7% do total (+7,2 p.p. vs. 3T17);
  • EBITDA: R$ 4,8 milhões (-18,1% vs. 3T17), com margem de 13,6% (-4,1 p.p. vs. 3T17);
  • Lucro líquido: R$ 1,4 milhão (-44,4% vs. 3T17), com margem de 4,0% (-3,7 p.p. vs. 3T17);
  • Lucro caixa ajustado: R$ 2,9 milhões (-45,2% vs. 3T17), com margem de 8,1% (-7,6 p.p. vs. 3T17).

São Paulo, 7 de novembro de 2018. A Senior Solution (B3: SNSL3), líder em tecnologia para o setor financeiro no Brasil, reportou no 3º trimestre de 2018 receita líquida de R$ 35,7 milhões, a maior já registrada em um 3º trimestre, e crescimento de 6,6% sobre o mesmo período do ano anterior, 2,1 pontos percentuais acima da inflação oficial. Segundo Bernardo Gomes, Diretor Presidente, esse crescimento decorre de um período muito positivo para a unidade de Serviços, que apresentou recorde e aumento de 24,0% com a forte demanda por outsourcing. As receitas recorrentes apresentaram novo recorde de R$ 28,4 milhões, aumento de 17,1%.

Os custos somaram R$ 22,4 milhões, aumento de 12,4%, principalmente em decorrência do incremento de R$ 0,8 milhão nos investimentos em PD&I - pesquisa, desenvolvimento e inovação e da adição de novos colaboradores em outras áreas para executar as implantações em curso. Gomes lembra que esse incremento vem crescendo a cada trimestre e, embora pese sobre a linha de resultados no curto prazo, é uma decisão estratégica importante. Já as despesas gerais e administrativas somaram R$ 8,4 milhões, aumento de 10,3%, em decorrência basicamente do subsídio comercial do setup, substituindo as receitas variáveis da implantação por receitas recorrentes de subscrição, e despesas com aquisições.

"Essas decisões de incrementar o P&D e subsidiar o setup contribuíram para uma melhora sensível nos indicadores comerciais em Software, tanto que as vendas de subscrição menos os cancelamentos já totalizam R$ 8,1 milhões nos 9 meses de 2018, sem considerar o reajuste por inflação dos contratos vigentes, e representam 13,6% da receita dessa linha. Isso provocará um salto nas receitas a partir de 2019, quando as implantações forem concluídas, mas por enquanto nossos resultados só mostram o ônus de tais decisões", destaca Gomes.

O EBITDA atingiu R$ 4,8 milhões, queda de 18,1%, com margem EBITDA de 13,6%; o lucro líquido alcançou R$ 1,4 milhão, queda de 44,4%, com margem líquida de 4,0%; e o lucro caixa ajustado foi de R$ 2,9 milhões, queda de 45,2%, com margem de 8,1%. Todos os indicadores foram impactados pelo incremento em PD&I e pelo subsídio às novas vendas, fatos que prejudicam a comparabilidade com o mesmo período do ano anterior, mas ajudarão a melhorar o crescimento orgânico e o perfil de recorrência no futuro.

Neste ano, a Companhia também passou a buscar o crescimento inorgânico com ainda mais intensidade. Segundo o executivo, as sementes plantadas no passado começaram a produzir frutos, e a colheita se iniciou com a ConsultBrasil, realizada em outubro. "Essa foi a 10ª compra, mais um passo importante para construir a primeira plataforma full banking do Brasil. Ainda assim, nossa posição financeira permanece confortável, com dívida líquida no encerramento do trimestre de 0,5x o EBITDA ajustado, mantendo nossa capacidade de realizar novas aquisições", conclui Gomes.